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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Dia do Desafio 2012 dia 30 de Maio.

“Esta é uma campanha de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde, realizada por meio de ações comunitárias. O Dia do Desafio acontece no dia 30 de maio. E todas as cidades do Continente Americano estão convidadas a se inscrever e participar do Dia do Desafio. O município somente poderá se inscrever e desenvolver o movimento com a anuência do Prefeito Municipal”, explicou.

Trata-se, portanto, de uma iniciativa que há anos vem sendo promovida pelo Sistema Fecomércio e a rede Sesc do Brasil. a iniciativa visa incentivar as cidades a promoverem a prática da atividade física em prol da qualidade de vida. O evento é realizado simultaneamente em todo o Brasil e em diversos países do continente americano, sempre na última quarta-feira do mês de maio, completou.


 Dia do desafio da  faculdade José Augusto Vieira,  Lagarto-SE















    

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Biogeografia brasileira


O Brasil é o país que apresenta maior biodiversidade do planeta, microrganismo e ecossistemas, muitos únicos em todo mundo.
Devido aos fatores de extensão territorial, com áreas de 8,5milhões km², ocupando quase metade da America do Sul.  Essas áreas possui zonas climáticas que incluem o tropico úmido do norte, semi árido no nordeste e as  áreas temperadas do sul. A diferenças climáticas contribuem para as diferenças formas de  zonas biogeografia chamadas de bioma. Os biomas encontrados no Brasil são: floresta equatorial(floresta Amazônica)recobre quase toda a região Amazônica, floresta tropical(mata Atlântica) encontrada  no Rio grande do Norte ate o Rio Grande do Sul alem de áreas interiores de São Paulo Minas Gerais e Paraná, floresta subtropical(mata do pinhais) região sul do pais, mata dos cocais abrange parte do MA e PI região conhecida como meio-Norte, cerrado localizado na região Centro-Oeste, caatinga encontra-se no sertão nordestino, campos as miares extensões estão no Rio Grande  do Sul,pantanal encontra-se na região mato-grossense e manguezais formação vegetais típicas da s aras litorâneas.
ta marinha de 3,5milhões km² com uma variedade de ecossistemas que incluem recifes de corais, dunas, manguezais, lagos e pântanos.Com uma variedade de biomas reflete a riqueza da flora e fauna brasileira, mais diversas do mundo. Muitas da espécies brasileiras são exclusivas do mundo endêmicos. O Brasil é o pais com maior biodiversidade do mundo endêmico, contando com um número estimulado de mais de 20% do número total das espécies do planeta.abriga a maior número de primatas com 55 espécies, o que corresponde a 24% do total mundial de anfíbios com 516 espécies, e de animais vertebrados com 3.010 espécies de vertebrados vulneráveis, ou em perigo de extinção. O pais conta também com a mais diversas flora do mundo do mundo superior a 55 mil espécies que corresponde a 22% do total mundial.
O Brasil contém o maior número de espécies de mamíferos e de peixes de água doce, segundo de anfíbios, o terceiro de aves e o quarto em répteis. Com mais de 50 mil espécies de arvores e arbustos, tem o primeiro lugar em biodiversidade vegetal.



REFERÊNCIAS


MOREAS. Paulo Roberto. Geografia geral e do Brasil. Editora Harbra, 3° edição. São Paulo, 2006.

AMABIS. José Mariano. MARTHO.Gilberto Rodrigues. Compomente Curriculares: Biologia; Biologia das  Populações. Editora moderna 2° edição. São Paulo, 2004.

GEWANDSZNAJDER. Fernando. Ciência a Vida na Terra. editora ática 3° edição. São Paulo, 2007.

http://www.google.com/ BiogeografiadaChapadaDiamantina


Biogeografia da Chapada Diamantina




É uma região de serras situada no centro da Bahia, a uma distância de 400km do litoral, onde nascem quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Essas correntes de águas brotam nos cumes e deslizam pelo relevo em belos regatos, despencam em borbulhantes cachoeiras e formam transparentes piscinas naturais.
A Chapada Diamantina fica na região central da Bahia, a uma distância de 400 km do litoral. Quem observa o cenário de terras íngremes e leitos de rios pedregosos não poderia imaginar que ali, onde hoje é sertão. O mar reinava sobrerano. Há pelo menos 600 milhões de anos, o oceano cobria essas terras, antes que um choque de placas tectônicas criasse as profundas fissuras e depressões encontradas atualmente. O seu surgimento é localiza na caatinga há cerca de um bilhão e setecentos milhões de anos, iniciou-se a formação da bacia sedimentar do Espinhaço, a partir de uma série de extensas depressões que foram preenchidas com materiais expelidos de vulcões, areias sopradas pelo vento e cascalhos caídos de suas bordas. Sobre essas depressões depositaram-se sedimentos em uma região em forma de bacia, sob a influencia de rios, ventos e mares. Posteriormente, aconteceu um fenômeno chamado soerguimento(processo geológico normalmente causado devido à tectônica de placas. Neste processo, uma porção da crosta terrestre é elevada da sua posição original) que elevou as camadas de sedimentos acima do nível do mar, pressionada pela força epirogenética(,processos que resultam no movimento da crosta terrestre) tendo aos pouco um sofrível erguimento ao longo de milhões de anos. As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, hoje expostas na Chapada Diamantina, representam os depósitos sedimentares primitivos; a paisagem atual é o produto das atividades daqueles agentes ao longo do tempo geológico. Nas ruas e calçadas das cidades da Chapada, lajes de superfícies onduladas revelam a ação dos ventos e das águas que passavam sobre areais antigos.
Suas características encontradas a partir do lodo sul, as rochas da chapada diamantina fazem parte da unidades geológica. Com altitude média de 800 a 1200m acima do nível do mar. As serras que compõem a chapada diamantina abrangem uma área de aproximadamente de 38.000km² e são as divisoras de água entre a bacia do rio São Francisco e os rios que deságuam diretamente no oceano Atlântico, com os rios  Contas e Paraguaçu. Nesta cadeia de serras são encontradas os picos mais altos da Bahia, sendo do Borbado com 2.033m, o ponto culminante de todo o nordeste. O relevo apresenta-se bastante acidentado com planaltos, serras quebradas e montanhas.é responsável pela originalidade da paisagem  chapadense na qual se destacam altos planícies e vales profundos, cachoeiras, e numerosos cursos d’ água. Ação milenar dos ventos e das águas arredondou as serras e as morros e esculpiu os paredões abruptos. O clima é tipicamente tropical, com precipitações pluviométricas variando entre 750 e 1000 mm anuais, com 4 a 6 meses sem chuva.
Na chapada diamantina encontra-se uma grande extensão da biodiversidade, sua fauna caracteriza-se por espécies oriundas de diferentes ambientes, como felinos (onça-pintada e suçuarana), serpentes (jibóia, sucuri), capivara, veados, peixes, preás, mocós (roedores semelhantes a preás), cutias, coatis e antas. Esta última espécie é uma das mais ameaçadas de extinção na Chapada. E sua flora é constituída por campos rupestres (nas áreas pedregosas das serras), campos gerais, cerrado, matas e capões (nos vales profundos). A flora da Chapada apresenta-se riquíssima, com predominância de orquídeas (Orchidaceae), bromélias (Bromeliaceae) e sempre-vivas (Eriocaulaceae) e canelas-de-ema (Velloziaceae). Há, ainda, uma grande variedade de plantas medicinais.
Ao falarmos da chapada diamantina não podermos deixar de cita o Parque Nocional que abrange toda a Serra do Sincorá, com altitudes variando de 400m, nos vales dos rios que formam a bacia do Paraguaçu, a 1.400m, no ponto mais alto da serra. As diferenças de altitude contribuem para a explosão da biodiversidade. A preservação dos ecossistemas da Serra do Sincorá permitirá a manutenção de um banco genético importantíssimo para a pesquisa científica e a manutenção da biodiversidade. Além disto, será possível impedir a desertificação, ao evitar-se a destruição de nascentes. Finalmente, a exploração racional e ordenada do ecoturismo dará a população local uma alternativa econômica sustentável a longo prazo.  
 Morro do Pai Inacío



segunda-feira, 4 de junho de 2012

VII semana de geografia da fjav de 2 a 5 de maio de 2012




Tema: A Importãncia do Geógrafo e o Papel do Professor no Século XXI.

Objetivos: * discutir a questão profissional do geógrafo e do professor de geografia noâmbito das perspectivas do século XXI.
·                     Estimular a pesquisa científica e acadêmica, direcionada a problemática da formação do profissional em geografia.
·                      
Público alvo: profissionais, alunos da área de geografia e demais interessados na temática .

o evento contou com palestras minicursos, mesas redondas e apresentação de trabalhos.
  Abertura :


02/05/2012 (Quarta-feira)
palestra da abertura : a importãncia do geógrafo e o papel do professor de geografia no século XXI.
PROF. DR. Nilson Santos Meneses- UFS.


Mesa redonda : temática de abertura.
Dr. Nilson Santos Menese-UFS
Bel. Dimas R. dos Santos- DRE-2
Me. Ademário Alves dos Santos-FJAV


03/05/2012 (Quinta-feira)
Palestra: século XXI : um olhar geográfico sobre a responsabilidade ambiental e a ideologia da sustentabilidade . 

PROF.João Bosco Santos -SESC
Mesa redonda: Prof. João Bosco Santos- SESC
Prof. Almir Souza Júnior - FJAV
Prof.Narciso Lima de Oliveira- FJAV.





04/05/2012 (sexta-feira)
exposição geofotográfica
apresentação de tabalhos.









05/05/2012 (sabádo)


minicursos
* A importância do plano diretor na materialização das funções sociais das cidades.
prof. Me .Narciso Lima de Oliveira-FJAV


*Novas tecnologias e o ensino de geografia.
Prof. Me. Almir Souza Júnior-FJAV


* O legado de Milton Santos na geofrafia Brasileira.
Prof. Me. Ademário Alves Dos Santos- FJAV

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Regiões do Brasil

Regiões do Brasil

Região Norte
A maior parte da região apresenta clima equatorial. Caracteriza-se pelo clima quente, com temperaturas médias anuais variando entre 24º e 26 ºC. Na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará e no setor ocidental da região, o total pluviométrico anual geralmente excede os 3.000 mm. De Roraima até o leste do Pará as chuvas ocorrem com menor freqüência, ficando em torno de 1.500 a 1.700 mm anuais. O período chuvoso da região ocorre nos meses de verão/outono, com exceção de Roraima e parte do Amazonas, onde as chuvas ocorrem mais no inverno.


Região Nordeste
É uma região de caracterização climática complexa. O clima equatorial úmido está presente em uma pequena parte do estado do Maranhão, na divisa com o Pará; o clima litorâneo úmido ocorre no litoral da Bahia ao do Rio Grande do Norte; o clima tropical está presente nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí; e o clima tropical semi-árido ocorre em todo o sertão nordestino. Quanto ao regime térmico, na região nordeste as temperaturas são elevadas, com médias anuais entre 20º e 28 ºC, sendo que já foram registradas máximas em torno de 40 ºC no Piauí e no sul do Maranhão. Os meses de inverno apresentam mínimas entre 12º e 16 ºC no litoral, e inferiores nos planaltos, sendo que já foi registrado 1 ºC na Chapada da Diamantina. As chuvas são fonte de preocupação na região, variando de 2.000 mm até valores inferiores a 500 mm anuais. A precipitação média anual é inferior a 1.000 mm. Além disso, no sertão nordestino o período chuvoso normalmente dura apenas dois meses no ano, podendo eventualmente até não existir, causando as secas.

Região Centro-Oeste
O clima da região é tropical semi-umido, com frequentes chuvas de verão. Nos extremos norte e sul da região, a temperatura média anual é de 22 ºC e nas chapadas varia de 20º a 22 ºC. Na primavera/verão, são comuns temperaturas elevadas, sendo que a média do mês mais quente varia de 24º a 26 ºC. A média das máximas do mês mais quente oscila entre 30º e 36 ºC. No inverno, em virtude da invasão polar, é comum a ocorrência de temperaturas mais baixas. No mês mais frio, a temperatura média oscila entre 15º e 24ºC, enquanto a média das mínimas fica entre 8º a 18ºC. A pluviosidade média é de 2.000 a 3.000 mm anuais ao norte de Mato Grosso, enquanto no Pantanal mato-grossense é de 1.250 mm. Apesar disso, a região centro-oeste é bem provida de chuvas, sendo que mais de 70% do total de chuvas ocorrem de novembro a março, o que torna o inverno bastante seco.

Região Sudeste
Nesta região, as características climáticas mais fortes são de clima tropical. No litoral, predomina o clima tropical atlântico e, nos planaltos, o tropical de altitude, com geadas ocasionais. Existe ainda uma grande diversificação no que diz respeito à temperatura. No limite de São Paulo e Paraná, a temperatura média anual situa-se entre 20 ºC, enquanto ao norte de Minas Gerais a média é 24 ºC, e nas áreas mais elevadas das serras do Espinhaço, Mantiqueira e do Mar, a média pode ser inferior a 18 ºC, devido ao efeito conjugado da latitude com a freqüência das correntes polares. No verão, são comuns médias das máximas de 30 a 32 ºC. No inverno, a média das temperaturas mínimas varia de 6º a 20 ºC, com mínimas absolutas de -4 a 8 ºC. Em relação à pluviosidade, a altura anual da precipitação nessas áreas é superior a 1.500 mm, chegando a 2.340 mm no alto do Itatiaia e 3.600 mm na serra do Mar, em São Paulo. Os menores índices pluviométricos anuais são registrados nos vales dos rios Jequitinhonha e Doce, em torno de 900 mm.

Região Sul
Com exceção do norte do Paraná, onde predomina o clima tropical, nesta região o clima predominante é o subtropical, responsável pelas temperaturas mais baixas do Brasil. Na região central do Paraná e no planalto serrano de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, o inverno costuma registrar temperaturas abaixo de zero, com o surgimento de geada e até de neve em alguns municípios. A temperatura média anual situa-se entre 14 e 22 ºC, sendo que nos locais com altitudes acima de 1.100 m, cai para aproximadamente 10 ºC. A média das máximas mantém-se em torno de 24 a 27 ºC nas superfícies mais elevadas do planalto e, nas áreas mais baixas, entre 30 e 32 ºC. No inverno, a temperatura média oscila entre 10 e 15 ºC na maior parte da região. A média das máximas também é baixa, em torno de 20 a 24 ºC nos grandes vales e no litoral, e 16 a 20 ºC no planalto. A média das mínimas varia de 6 a 12 ºC, sendo comum o termômetro atingir temperaturas próximas de 0 ºC até índices negativos, devido à invasão das massas polares. Em relação à pluviosidade, a média anual oscila entre 1.250 e 2.000 mm, exceto no litoral do Paraná e oeste de Santa Catarina, onde os valores são superiores a 2.000 mm, e no norte do Paraná, com valores inferiores a 1.250 mm.






 
REFERÊNCIAS


MOREAS. Paulo Roberto. Geografia geral e do Brasil. Editora Harbra, 3° edição. São Paulo, 2006.

AMABIS. José Mariano. MARTHO.Gilberto Rodrigues. Compomente Curriculares: Biologia; Biologia das  Populações. Editora moderna 2° edição. São Paulo, 2004.

GEWANDSZNAJDER. Fernando. Ciência a Vida na Terra. editora ática 3° edição. São Paulo, 2007.